quarta-feira, 24 de agosto de 2016

No jogo Londrina X Goiás pela serie B, dois jogadores que passaram pelo VEC Igor e Ednei, estavam um de cada lado

Ednei
O Goiás viajou até o Paraná sob pressão e para enfrentar um Londrina embalado pelas duas vitórias seguidas que credenciaram o time a sonhar com uma vaga no G-4. Mas futebol não é, nunca foi e nunca será uma ciência exata. 
Diferente dos prognósticos, os visitantes conseguiram arrancar uma vitória no estádio do Café por 1 a 0 e, assim, encerram a 21ª rodada do Campeonato Brasileiro da Série B . Nas duas equipes jogadores que passaram pelo Veranópolis Esporte Clube. Pelo time da casa, Igor Bosel, que jogou pelo VEC este ano no gauchão. 
Pelo lado do Góias, Ednei com ótima passagem vestindo a camisa Pentacolor, e que após aquele campeonato foi para o Internacional.

Mateus Santana, de Vila Flores, foi contratado pelo Novo Hamburgo

O Esporte Clube Novo Hamburgo anunciou dois reforços para este segundo semestre: o goleiro Guilherme e o volante 
Mateus Santana, jogador que foi cogitado para jogar no Veranópolis Esporte Clube, e que é da região. Os novos reforços foram apresentados na sala de imprensa do Estádio do Vale no final da manhã de quarta-feira, dia 24, após o treino.
Mateus Santana, morador de Vila Flores, chega no NH por empréstimo até o final do ano, surgiu na base do Esportivo de Bento Gonçalves, e pela equipe da serra obteve o acesso à primeira divisão em 2012.
Nos dois anos seguintes, disputou o Gauchão pelo Passo Fundo. Após o Campeonato Gaúcho de 2014, o volante se transferiu para o Lajeadense de onde saiu para defender o Cianorte-PR. Neste ano, Mateus Santana disputou o Gauchão pelo Lajeadense, onde sofreu uma lesão. Recuperado, o vilaflorense estava sendo cogitado para jogar no Pentacolor, caso o time jogasse a copinha..

Fagundes Varela: É no final de semana o Passeio Ciclístico dos Falcões


Veranópolis: VEC/Faucon ganha os primeiros três pontos em casa. VEC 2 X 0 Passo Fundo


Jogando no ADF na quarta feira sua segunda partida no estadual Sub19 o VEC/Faucon venceu o Passo Fundo por 2 X 0. O time do técnico Sananduva teve superioridade em todo o jogo, e marcou um gol em cada tempo. No primeiro tempo Marquinhos marcou, e no segundo tempo, Ari foi o autor do gol Pentacolor. 
Foram dois belos gols, e o VEC desperdiçou mais algumas oportunidades de ampliar o placar. A vitória fez com que o Timaço do Peito recuperasse os pontos perdidos no primeiro jogo fora de casa, e faz com que o grupo jovem do sub 19 tenha mais tranquilidade para trabalhar para os próximos compromissos. 
Sananduva vai ter trabalho, mas a expectativa é de que o Pentacolor possa realizar um bom campeonato gaúcho. O próximo jogo do VEC/Faucon é na quarta feira, dia 31, contra o Internacional em jogo atrasado, no ADF.

terça-feira, 23 de agosto de 2016

Veranópolis: VEC Master lidera o estadual. Confira a classificação.


A caminhada deste segundo ano de participação do VEC no campeonato gaúcho de Master está sendo muito bom. O Pentacolor jogou três partidas, sendo duas fora e uma em casa, e venceu todas, tornando-se o líder do campeonato. 
O próximo compromisso é novamente fora de casa contra Feliz. Depois disso, o Pentacolor terá uma sequência de jogos no ADF, e pode encaminhar a classificação a próxima fase. 
Falta bastante ainda, mas essa arrancada no campeonato é muito importante. Confira a classificação após três rodadas.

P
TIMES
PG
J
V
E
D
GP
GC
SG
1
VERANÓPOLIS
9
3
3
0
0
6
2
4
2
          FELIZ
6
2
2
0
0
5
2
3
3
ESPORTIVO
3
2
1
0
1
4
3
1
4
  MORRO REUTER
3
2
1
0
1
2
3
-1
5
CONTINENTAL
0
3
0
0
3
3
6
-3
6
BENTO MASTER
0
2
0
0
2
0
4
-4

Nova Prata: Ivair Franzosi, o guerreiro voltou a trabalhar com as escolinhas da ANPE



Trabalhar com categorias de base é importante para o clube que trabalha com a garotada, para os garotos que tem a oportunidade de aprender e brincar, e para os professores que tem como colocar em pratica seus aprendizados, e poder conviver com a criançada. O trabalho e revitalizador, especialmente quando se faz o que se gosta, e também ajuda quando passamos por um momento ruim. E é exatamente neste ponto que o blog faz um destaque especial a um grande profissional da nossa região. Ivair Franzosi foi um grande jogador, aliás ainda atua muito bem, mas por onde passou e vestiu a camisa foi goleador. Agora trabalha com as categorias de base da Associação Nova Prata de Esportes, fazendo um excelente trabalho. Ivair, num curto espaço de tempo perdeu duas pessoas queridas, a filha e a esposa, para qualquer um é um baque muito violento. Mas, guerreiro como é, voltou ao trabalho com a garotada da escolinha. Dizem que Deus dá o peso que cada um pode carregar! Portanto guerreiro, força e conte sempre com os amigos.





Paralimpíada: Brasil corre contra o tempo para que Paralimpíadas não se transformem em fiasco mundial


Londres, 2012 - A capital britânica encantou o mundo do esporte para pessoas com deficiência ao realizar um evento de casa cheia e "abraçado" pela mídia local. O britânico Phillip Craven, presidente do Comitê Paralímpico Internacional (IPC), sabia que a tarefa de repetir tal sucesso seria mais difícil no Brasil. Só não imaginava quanto.

Faltando pouco para a Cerimônia de Abertura, no Maracanã, o IPC faz, junto com o comitê organizador da Rio 2016, malabarismos para tentar fazer com que a versão "enxuta" da primeira Paralimpíada na América do Sul não seja um passo atrás na luta por mais visibilidade e reconhecimento.
Em meio a um programa de cortes de última hora, o evento corre contra o tempo para atrair o interesse de um público que, mesmo para os padrões brasileiros, tem mostrado apatia na corrida para as bilheterias.
O Comitê Rio-2016 informou, que apenas 12% dos ingressos haviam sido vendidos, ou seja, 300 mil entradas. Dois dias depois, o prefeito do Rio, Eduardo Paes, disse que "praticamente nenhum" ingresso havia sido vendido até então, mas que esperava que o cenário mudasse à medida que os jogos se aproximem.
Durante a entrevista coletiva, Paes também admitiu que a prefeitura poderá fazer um aporte de cerca de R$ 150 milhões para o evento, explicando que parte do déficit se deve à pouca procura por ingressos.


'Pacote de austeridade'
A cúpula do IPC realizou uma entrevista coletiva no Parque Olímpico da Barra em que anunciou um "pacote de austeridade" para reduzir os custos da Paralimpíada. Além da transformação do Centro Olímpico de Deodoro em arenas independentes, sem as áreas comuns, e da redução da força de trabalho nas instalações, o comitê organizador reduziu drasticamente a oferta de ingressos. A carga inicial de 3,1 milhões foi reduzida para 2,4.
"Nunca nos 56 anos de história do movimento paralímpico enfrentamos uma situação como essa. Tivemos sérios problemas, mas ao menos estamos conseguindo ver algum tipo de luz no fim do túnel. As autoridades brasileiras tomaram medidas para possibilitar que ofereçamos a atletas e a espectadores a melhor experiência possível nesses Jogos", disse Craven.
O dirigente se referiu especificamente à injeção de caixa prometida pela prefeitura do Rio de Janeiro e pelo governo federal, totalizando US$ 250 milhões e que, segundo a Rio 2016, compensarão problemas de caixa causado pela venda baixa de ingressos até agora e por buracos no orçamento único olímpico/paralímpico causados por despesas de emergência como os reparos na Vila dos Atletas.
A verba também será fundamental para fazer o repasse das verbas de ajuda de custo de viagem para uma série de países e que poderá impedir a vinda de pelo menos dez nações ao Rio. Pelo menos por enquanto, tanto o IPC quanto a Rio 2016 descartaram qualquer redução no número de competições.
Os próximos esforços estarão centrados na venda de mais ingressos. Os organizadores esperam chegar ao menos a 2 milhões de entradas vendidas e, para isso, não vão hesitar em pegar carona no apelo do Parque Olímpico. O centro nervoso dos Jogos na Barra atraiu mesmo espectadores que não estavam dispostos a assistir partidas, e que buscaram ingressos mais baratos somente pela chance de passear pelo complexo.
Além de oferecer ingressos de até R$ 10, a Rio 2016 estuda até abrir os portões do parque para permitir o livre trânsito de visitantes fora da arenas.
"Essa é uma das alternativas que estamos estudando. É claro que isso envolve estudos relacionados à logística e à segurança, mas o público brasileiro ficou encantado de vir ao Parque Olímpico e foi uma das lições que aprendemos durante a realização da Olimpíada", explica o diretor de comunicações da Rio 2016, Mario Andrada.


Chamariz
A ironia em tudo isso é que, no caso do Brasil, a Paralimpíada proporciona uma experiência recompensadora para quem quer ver medalhas. Nos Jogos de Londres, por exemplo, o Brasil conquistou 43 medalhas, 21 delas de ouro, e fechou na sétima posição geral no quadro geral. A Paralimpíada conta com mais categorias por modalidade para acomodar os diferentes tipos de atletas cegos, com paralisia cerebral e deficientes físicos.
Para o presidente do Comitê Paralímpico Brasileiro, Andrew Parson, esse desempenho é um chamariz à parte.
"Não estamos convidando, mas sim convocando os torcedores brasileiros para assistir à Paralimpíada. Temos um dever com esses atletas, que são um símbolo de superação. Em respeito a esses atletas, temos que encher essas arenas. Até porque, com base em nossos resultados, teremos pelo menos um pódio por dia nesses Jogos. Isso é até a base de nossa campanha nas redes sociais", explica Parsons, que também é vice-presidente do IPC.

Fonte: esportes.terra.com.br

Veranópolis: Nesta quarta tem VEC/Faucom x Passo Fundopelo Sub19

Nesta quarta feira tem jogo no ADF, é o VEC/Faucon no sub 19 do estado. O técnico Sananduva vai com sua equipe para o segundo jogo da competição, e tem a oportunidade de recuperar os pontos perdidos no primeiro jogo fora de casa. Para buscar a vitória, o Pentacolor trabalhou toda a semana, na realidade, foram duas semanas, pois o jogo contra o Passo Fundo, adversário desta quarta feira, deveria ter acontecido no último sábado. 
Com este tempo a mais para trabalhar o time do técnico Sananduva pretende mostrar bom futebol que possa dar a possibilidade do time trilhar um bom caminho na competição. O jogo esta marcado para as 15 horas, e não será cobrado ingresso para o jogo do sub 19. O torcedor Pentacolor que puder, esta sendo esperado no estádio para torcer pelo Timaço do peito.

segunda-feira, 22 de agosto de 2016

Cotiporã: Ipiranga A, no masculino e Santa Lúcia, no feminino os campeões do futsal 2016


Com partidas emocionantes, Ipiranga A e Santa Lúcia levaram os primeiros lugares do Campeonato de Futsal de Cotiporã. Em um domingo gelado, mais de 800 pessoas lotaram o Ginásio Municipal de Esportes para prestigiar as finais do Campeonato Municipal de Futsal Livre, nas categorias Sub 11, Sub 14, Livre Feminino e Livre Masculino. 
A torcida foi a loucura com as decisões dos primeiros lugares. Na categoria feminina, Santa Lúcia e RZ Futsal Feminino empataram no zero a zero no tempo regulamentar, decidindo a disputa nos pênaltis. Por 5 a 4, Santa Lúcia ergueu a torcida e venceu o campeonato. Já no futsal masculino, Ipiranga A e Frigorífico RZ deixaram os torcedores cada vez mais aflitos. Ipiranga sai perdendo e virou o jogo. Por 4 a 2, Ipiranga A vence do RZ e ergue a taça de Campeão. 


SUB 11
Campeão: ATLÉTICO DE MADRID
Vice-Campeão: MILAN 
3° Lugar: JUVENTUS
SUB14
Campeão: REAL MADRID
Vice-Campeão: BAYERN DE MONIQUE 
3° Lugar: BARCELONA
FEMININO
Campeão: SANTA LÚCIA
Vice-Campeão: RZ FUTSAL FEMININO
3° Lugar: E. C. PORTUGUESA
4° Lugar: ACADEMIA`S CLUB
Troféu Disciplina: SANTA LÚCIA
Goleira menos vazada: ANA RITA REBELATTO (RZ FUTSAL FEMININO)
Goleadora:DAIANE DITADI ( RZ FUTSAL FEMININO)
MASCULINO
Campeão: IPIRANGA A
Vice-Campeão: FRIGORÍFICO RZ
3° Lugar: G. FAZENDA A
4° Lugar: ESCOLINHA
Troféu Disciplina: IPIRANGA B
Goleiro menos vazada: CLEDER MARINELO (IPIRANGA A)
Goleador: CESAR CONTE (FRIGORÍFICO RZ)


Fonte: Prefeitura de Cotiporã

Veranópolis: AAV realizou atividade de integração com a APAE


Na segunda-feira, dia 22, a Associação Veranópolis recebeu a visita dos alunos da APAE. A atividade de integração aconteceu no ginásio poliesportivo, e quem recebeu os visitantes foram os alunos das modalidades de Ginástica Rítmica e Voleibol. 
Durante a tarde aconteceram jogos e atividades recreativas dentro de ambiente que buscou minimizar as diferenças e oportunizou a todos muita diversão.


Veranópolis: Setembro vem aí, e com ele o Municipal de Futebol de Campo. Vai começar a luta pelo título!


E Setembro vai começar o tradicional Campeonato Amador de Veranópolis, e as equipes estão se preparando para esta competição que apontará o Campeão de 2016. Na sexta-feira, 19 de agosto, aconteceu a reunião com as equipes participantes e a Secretaria de Esportes, e nela foram definidas as chaves e tabela do Campeonato Municipal de Futebol 2016 de Veranópolis.
A abertura oficial do campeonato ocorrerá no dia 2 de setembro, uma sexta- feira, às 20 horas, no Estádio Antônio David Farina, com a partida entre UNIÃO DA SERRA X MERCENÁRIOS, pela CHAVE B.


As chaves estão divididas da seguinte forma:
Chave A
1 A METRALHAS
2 A JUVENTUS
3 A ARMAÇÃO
4 A IPIRANGA A
5 A VALVERDE

Chave B
1 B UNIÃO DA SERRA
2 B HALIANÇA A
3 B PLANALTO A
4 B MERCENÁRIOS
5 B KIZOMBA
6 B IPIRANGA

Chave C
1 C HALIANÇA B
2 C PLANALTO B
3 C VALÊNCIA
4 C CRUZEIRO
5 C GUARANI

Confira as primeiras rodadas do campeonato:

UNIÃO DA SERRA X MERCENÁRIOS - 02/09/2016 - 20h00min ADF
METRALHAS X JUVENTUS - 03/09/2016 - 16h00min - ADF
ARMAÇÃO X IPIRANGA A - 03/09/2016 - 14h00min - IPIRANGA
KIZOMBA X PLANALTO A - 03/09/2016 - 14h00min - ADF
HALIANÇA A X IPIRANGA - 03/09/2016 - 16h00min - IPIRANGA
HALIANÇA B X PLANALTO B - 03/09/2016 - 14h00min - PLANALTO
VALÊNCIA X CRUZEIRO - 03/09/2016 - 16h00min - PLANALTO
JUVENTUS X IPIRANGA A - 10/09/2016 - 14h00min - IPIRANGA
VALVERDE X METRALHAS - 10/09/2016 - 14h00min - ADF
PLANALTO A X UNIÃO DA SERRA - 10/09/2016 - 16h00min - PLANALTO
KIZOMBA X HALIANÇA A - 10/09/2016 - 16h00min - ADF
PLANALTO B X CRUZEIRO - 10/09/2016 - 14h00min - PLANALTO
GUARANI X HALIANÇA B - 10/09/2016 - 16h00min - IPIRANGA

domingo, 21 de agosto de 2016

Olimpíadas: A serra tem um campeão olímpico. Éder Carbonera é medalha de ouro.

Farroupilhense de nascimento e caxiense de coração, Éder Carbonera entrou para a história das Olimpíadas com a seleção masculina de vôlei. Ele e seus companheiros conquistaram a medalha de ouro dos Jogos do Rio 2016 ao vencerem na final a Itália por 3 sets a 0, no domingo, no Maracanãzinho. 
Éder Carbonera, 32 anos, começou na UCS, ganhou projeção na Cimed, em Santa Catarina, e nos últimos anos foi multicampeão brasileiro pelo Cruzeiro, de Minas Gerais. Sete vezes campeão nacional, campeão mundial de clubes, campeão da Liga Mundial, campeão Pan-Americano e agora campeão olímpico.

Olimpíadas: O ouro do vôlei brasileiro


A seleção masculina de vôlei do Brasil conquistou neste domingo a medalha de ouro dos Jogos Olímpicos Rio-2016, ao vencer na final a Itália por 3-0 em um Maracanãzinho lotado. Para o delírio da torcida, o time do técnico Bernardinho venceu com parciais de 25-22, 28-26, 26-24 e conseguiu retornar ao topo do pódio olímpico após 12 anos. Depois de duas medalhas de prata consecutivas (Pequim-2008 e Londres-2012), a seleção concretizou o sonho de conquistar o ouro dentro de casa, nos Jogos Rio-2016. Esta é a terceira medalha de ouro do vôlei masculino brasileiro em Olimpíadas. As outras foram vencidas em Barcelona-1992 e Atenas-2004, esta última já sob o comando de Bernardinho - o país também tem uma prata de Los Angeles-1984.
A medalha do vôlei masculino é a sétima de ouro do Brasil nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, o que representa a melhor campanha do país na história das Olimpíadas. Após uma série de vice-campeonatos no último ciclo olímpico, como o Mundial da Polônia-2014 e a Liga Mundial deste ano, a equipe masculina consegue dar a volta por cima e conquistar o título mais importante da modalidade. 
O vôlei masculino brasileiro fez história ao chegar à quarta final seguida de Olimpíada. E o líbero e líder da equipe, Serginho, de 40 anos, também escreveu seu nome no livro dos recordes ao se tornar o primeiro atleta de um esporte coletivo do país a conquistar quatro medalhas olímpicas.

Veranópolis: VEC Master, mais uma vitória e a continuidade da liderança. Continental 1 X 2 VEC


Terceiro jogo do VEC Master no Campeonato Gaúcho, terceira vitória do time do técnico Darlan da Conceiçao. No sábado dia 20, jogando fora de casa a equipe Pentacolor venceu o confronto frente a equipe do Continental em partida válida pela 3ª rodada do Campeonato Gaúcho Máster 2016, a partida foi realizada na cidade de Morro Reuter e os gols foram marcados por Ronaldo e Clever para o VEC e Lirio para o Continental. Com este resultado o Timaço do Peito mantém a liderança da competição, e terá mais um jogo fora de casa, contra a equipe de Feliz.

Ficha Técnica
Continental 1 X 2 Veranópolis 

Continental: Titulares: Altemir Jacobsen, Luiz Corneo, Altemir Lopes, Singlair, Júlio Cesar, André, Wilson, Luis Sariva, Luis Fischborn, Lírio e José Bueno. 
Suplentes: Alvaro, Nivaldo, José Bauer, Moacir, Edson, Jair Francisco e José Livino.
Treinador: Jeferson Cidade

Veranópolis: Titulares: Jung, Paulão, Tampa, Rigotti, Age, Peru, Dé, Balalo, Ronaldo, Gilnei E Daltro. 
Suplentes: Seu, Aires, Cerezo, Clever, Marinello, Marinello, Nalin, Soares, Beto, Bira e Helder.
Treinador: Darlan Da Silva Conceição

Gols: Lirio (Continental); Ronaldo e Clever (Veranópolis).

Fonte: mastergaucho

Olimpíadas: A trajetória do Brasil até chegar a Medalha de Ouro no futebol


Foram necessários 64 anos, mas a seleção brasileira enfim chega ao ouro nos Jogos Olímpicos, numa conquista que serve de redenção para uma geração de jogadores que, pelo menos, desde a Copa do Mundo no Brasil, em 2014, vinha sendo apontada como desprovida de grandes craques, assim como a responsável pelo rebaixamento da seleção brasileira do papel de protagonista para o de coadjuvante no futebol mundial. Quis também o destino que o ouro fosse proporcionado por uma vitória sobre a Alemanha, país que derrotou o Brasil por 7 x 1 na semifinal do Mundial de 2014, no Brasil. O feito de agora passou longe de ser encarado pelos brasileiros como uma revanche para o fiasco de dois anos atrás. Um dos motivos é o de a seleção olímpica alemã ter em seu elenco somente um jogador que estava presente no Mundial, o zagueiro reserva Mathias Gunter. Mas esse foi um ingrediente a mais para incrementar o sabor de ganhar em casa um título há muito sonhado. A perseguição ao ouro olímpico, último grande título internacional que faltava ao Brasil no futebol, ganhou contornos de obsessão nas últimas décadas, sentimento que acabou catalisado nestes Jogos Olímpicos, pelo fato do elenco jogar em casa, na primeira Olimpíada na América do Sul.

História começa em Helsinque

O Brasil estreou nos Jogos Olímpicos em 1952, em Helsinki, quando ficou em quinto lugar, após uma derrota nas quartas de final justamente para a Alemanha. Desde então foram conquistados dois bronzes, em Atlanta (1996) e Pequim (2008). As pratas foram fruto de três derrotas em finais: em Los Angeles para a França, em 1984; em Seul para a União Soviética, em 1988; e em Londres para o México, em 2012.
Foram necessárias portanto quatro finais para que os jogadores brasileiros finalmente pendurassem o ouro no pescoço, numa competição que ao longo dos anos ficou marcada pela zebra, tendo como medalhistas no passado países sem nenhuma chance em Copas do Mundo, como Bulgária, Suíça, Japão e Camarões. 
O fenômeno se deve à restrição imposta pelo Comitê Olímpico Internacional (COI) e pela Federação Internacional de Futebol (Fifa), que permitem a participação nos Jogos somente de atletas abaixo dos 23 anos, com três exceções para cada país. A medida serve para amenizar o protagonismo midiático do futebol sobre outros esportes e equilibrar o torneio, ao contribuir para a ausência de grandes craques.
Uma dessas zebras foi a marcante derrota dos brasileiros para a Nigéria na semifinal de 1996, em Atlanta, quando a seleção era comandada por Zagalo e tinha os astros Bebeto, Ronaldo e Rivaldo na dianteira. O Brasil marcou um gol de falta logo nos primeiros dois minutos e terminou o primeiro tempo vencendo por 3 x 1. Mas a equipe derreteu na segunda etapa, cedendo o empate no tempo regulamentar. Na prorrogação, tomou o gol de ouro. Na disputa pelo bronze, o time se recuperou, goleando Portugal por 5 x 0.

Primeria medalha

A primeira medalha pode também ser considerada uma zebra, pois surgiu quando ninguém esperava. A prata em Los Angeles (1984) foi conquistada por um time formado sem o apoio da CBF, com um elenco composto por jogadores quase que exclusivamente do clube gaúcho Internacional, incluindo Gilmar Rinaldi e Dunga, e comandado por um técnico novato, Jair Picerni. Acabaram perdendo a final por 2 x 0 para a França.

Nos Jogos seguintes, em Seul (1988), a história era outra. Treinado pelo experiente Carlos Alberto Silva, o elenco contava com astros que viriam a ser tetracampeões mundiais com a amarelinha, entre eles o goleiro Taffarel e os atacantes Bebeto e Romário. Mais uma decepção na final, com derrota de 2 x 1 para a União Soviética.

Eliminado na primeira fase em Roma (1960), Tóquio (1964) e Cidade do México (1968), o Brasil sequer se classificou para Barcelona (1992). Mas seria em Sidney (2000) que a canarinha protagonizaria talvez a maior decepção de sua trajetória olímpica, ao ser eliminada novamente por um gol de ouro, dessa vez por Camarões, na quarta de final. O fiasco custou o cargo de Vanderlei Luxemburgo como técnico, e a seleção voltaria a ficar fora de uma Olimpíada na edição seguinte, em Atenas (2004).

Jogos de Pequim e Londres

Em Pequim (2008), sob o comando de Dunga e tendo Ronaldinho Gaúcho como capitão, a seleção brasileira voltaria ao pódio, conquistando o bronze sobre a Bélgica após ter perdido a semifinal para a bicampeã olímpica Argentina. 
Mas seria em Londres (2012) que uma nova decepção marcaria o Brasil: depois de chegar sem dificuldades à final, o time perdeu para o México por 2 x 1.
Para chegar ao tão sonhado ouro, Neymar e companhia superaram toda a carga pesada de decepções passadas da seleção em Olimpíada e em torneios internacionais disputados no Brasil.  Ao fim, eles conseguiram se recuperar de um início de campanha apático e deram finalmente ao torcedor o direito gritar “É campeão” a plenos pulmões em casa, no Maracanã.